Textos e Contextos

  • Para Onde Foram os Vivos

    Neste livro, Eduardo Quive explora as cidades físicas e imaginárias, através da prosa poética. Ana Mafalda Leite, prefaciadora do livro,  “Para onde foram os vivos”,  é um livro que partilha vários tipos de registo discursivo, lírico e confessional, bem como faz o uso da linguagem do diário ou da notação jornalística e uma ténue linha narrativa, por Read more

  • Zena, ternura num mundo em rebuliço

    Zena, Como falar-te dos sinos, do eco, intenso, mas suave, presente, mas distante, o vibrar e o estrondo, o susto e o suspiro, o alívio a subir lento a escala do sossego, porque é o despertar de um sono tranquilo, ténue e, por isso, assustador, nos dias agitados da sociedade das almas insatisfeitas.  O estremecer Read more

  • Zaida, o princípio

    Zaida, não quero escrever-te no teu aniversário, nem do nascimento nem da morte. Não podia cair na razão do poeta que vaticinou: Só és lembrado em duas datas, aniversariamente:/ Quando faz anos que nasceste, quando faz anos que morreste;/ Mais nada, mais nada, absolutamente mais nada. Não, não tem razão o Álvaro Campos. Escrevo-te numa Read more

  • “Há bondade no meio do caos” – Eduardo Quive ao fala ao “Domingo” sobre a sua nova aventura literária “Para onde foram os vivos”

    Onze anos depois o escritor Eduardo Quive embarca na sua segunda aventura literária intitulada “Para onde foram os vivos”, o livro, que chega ao p+ublico no dia 04 de Abril sob a chancela da Alcance Editores. Desconfiado, perfeccionista, dedicado e delicado, no poema, Quive, mergulhou nos aspectos mais sensíveis da humanidade, através da noite olhou Read more

  • Para ti, Isabel, esta carta que queria cantar-te

    Isabel, deixares assim que na tua voz nasça a flor enquanto os instrumentos fazem-nos viver a alegria do mistério é de uma maldade que só tu podes fazer com elegância. Podem ouvir-te pessoas várias, nações dispersas, tirando cada um para hidratar o corpo e alimentar a alma, com o néctar do teu ritmo.  Foto de Read more

  • Ou então amaremos a chuva

    Sempre que chove o passado visita-me. Delírios e traumas. A êxtase e a angústia. O sonho e a insónia. Infelizmente, em todos os casos, quando é de noite a chover, não consigo dormir.  Vêem-me as ruas de onde nasci e cresci. As poças de água que ficaram nossas praias, como a praia Landinha, por exemplo, Read more